9.5.07
11.3.07
O Papa Malandreco!...
Na “Santa Inquisição” 8 MILHÕES de MULHERES foram torturadas, mortas e queimadas. Se calhar tiveram o azar de terem em casa um gato preto (O gato preto símbolo de um misticismo marginalizado acabou por ficar associado às práticas supersticiosas que foram condenadas pela Religião instituída dando origem a muitas lendas e crendices que até hoje persistem).
No concílio de Clermont (1095) o Papa Urbano II convoca a primeira cruzada para a libertação da Terra Santa.
No ano seguinte iniciam-se as cruzadas. O seu lema era "Quem matar um Judeu, obterá perdão pelos seus pecados" (Kampmann, 1979:16), esquecendo que Jesus Cristo havia nascido judeu.
Mas teriam sido sempre assim os Papas?... Não teriam também provado o doce sabor dos corpos suaves femininos nas alcovas entre lençóis de cetim e carmesim? Afinal a carne é fraca e o facto de ser Papa não invalida o facto de se ser homem acima de tudo.
Não compreendo a razão de a Igreja Católica Apostólica Romana impedir que os seus sacerdotes se casem, com o exemplo que este Papa deu!… Ah, mas já o provérbio diz:
«Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço».
Então vamos saber um pouco deste Papa que de parvo não tinha nada!
Alexandre VI, Papa (1431 -1503)

Há documentados escândalos na vida de Alexandre VI, tanto como papa quanto no tempo em que era apenas Rodrigo Lanzoly Bórgia, um cardeal espanhol. Antes de ascender ao papado, ele teve pelo menos quatro filhos, dois dos quais de inglória fama: César Bórgia e Lucrécia, ambos nascidos de sua amante Vanozza del Catanei.
Vanozza, espanhola de nascimento, tinha sido uma fiel companheira de Alexandre VI desde o tempo em que ele era apenas um advogado em Valencia. Ele a levou para Roma quando, por influência do tio, o Papa Calixto III, foi assumir o cargo de notário do Vaticano. Desse primeiro degrau ele passaria ao de cardeal e depois chegaria a papa. Então, para remediar as aparências, Alexandre VI casou Vanozza sucessivamente com três outros homens. A grande paixão da vida de Alexandre VI, porém, parece ter sido Giulia Farnese, que ele conheceu como esposa de um membro da família Orsini; ele tinha então 57 anos e ela 17. Pouco depois Giulia deixava o marido para instalar-se em luxuosas dependências privativas do Papa (Vanozza, já então a caminho dos 50 anos, havia saído discretamente de cena, para passar a velhice em confortável aposentadoria).
A ligação de Alexandre VI com Giulia durou até a morte dele, aos 72 anos. Ele deu a ela três filhos e a oportunidade de ter a sua beleza perpetuada em obras de arte de dois mestres renascentistas: a fisionomia de Guilia pode ser apreciada numa Madonna pintada por Bernardino Pintoricchio e suas formas estão na escultura de mármore que encima do túmulo do Papa Paulo III (irmão dela). Originalmente, a estátua retratava Giulia em plena nudez, mas acréscimos posteriores lhe deram pudica compostura.
E, assim, o rosto de uma mulher que abandonou o marido para se juntar a um Papa ficou gravado para a posteridade como o rosto da Virgem Maria!
No concílio de Clermont (1095) o Papa Urbano II convoca a primeira cruzada para a libertação da Terra Santa.
No ano seguinte iniciam-se as cruzadas. O seu lema era "Quem matar um Judeu, obterá perdão pelos seus pecados" (Kampmann, 1979:16), esquecendo que Jesus Cristo havia nascido judeu.
Mas teriam sido sempre assim os Papas?... Não teriam também provado o doce sabor dos corpos suaves femininos nas alcovas entre lençóis de cetim e carmesim? Afinal a carne é fraca e o facto de ser Papa não invalida o facto de se ser homem acima de tudo.
Não compreendo a razão de a Igreja Católica Apostólica Romana impedir que os seus sacerdotes se casem, com o exemplo que este Papa deu!… Ah, mas já o provérbio diz:
Então vamos saber um pouco deste Papa que de parvo não tinha nada!
Alexandre VI, Papa (1431 -1503)

Há documentados escândalos na vida de Alexandre VI, tanto como papa quanto no tempo em que era apenas Rodrigo Lanzoly Bórgia, um cardeal espanhol. Antes de ascender ao papado, ele teve pelo menos quatro filhos, dois dos quais de inglória fama: César Bórgia e Lucrécia, ambos nascidos de sua amante Vanozza del Catanei.
Vanozza, espanhola de nascimento, tinha sido uma fiel companheira de Alexandre VI desde o tempo em que ele era apenas um advogado em Valencia. Ele a levou para Roma quando, por influência do tio, o Papa Calixto III, foi assumir o cargo de notário do Vaticano. Desse primeiro degrau ele passaria ao de cardeal e depois chegaria a papa. Então, para remediar as aparências, Alexandre VI casou Vanozza sucessivamente com três outros homens. A grande paixão da vida de Alexandre VI, porém, parece ter sido Giulia Farnese, que ele conheceu como esposa de um membro da família Orsini; ele tinha então 57 anos e ela 17. Pouco depois Giulia deixava o marido para instalar-se em luxuosas dependências privativas do Papa (Vanozza, já então a caminho dos 50 anos, havia saído discretamente de cena, para passar a velhice em confortável aposentadoria).
A ligação de Alexandre VI com Giulia durou até a morte dele, aos 72 anos. Ele deu a ela três filhos e a oportunidade de ter a sua beleza perpetuada em obras de arte de dois mestres renascentistas: a fisionomia de Guilia pode ser apreciada numa Madonna pintada por Bernardino Pintoricchio e suas formas estão na escultura de mármore que encima do túmulo do Papa Paulo III (irmão dela). Originalmente, a estátua retratava Giulia em plena nudez, mas acréscimos posteriores lhe deram pudica compostura.
E, assim, o rosto de uma mulher que abandonou o marido para se juntar a um Papa ficou gravado para a posteridade como o rosto da Virgem Maria!
7.3.07
Para ti Mulher!...
Pensamentos
No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir!
As mais lindas frases de amor são ditas no silêncio de um olhar.
Nunca faça florescer um sorriso dizendo amo-te, para mais tarde fazer rolar uma lágrima dizendo esquece-me!
Se dois lábios não se podem beijar, dois olhos beijam-se numa troca de olhar.
Para fugir dos espinhos deste mundo enganador, eu penso nos teus carinhos e sonho com o teu amor.
Nunca digas que esqueceste um amor diz apenas que consegues falar nele sem chorar, pois o amor é... inesquecível!
Se eu tivesse que escolher entre ti e um sorriso, ficaria contigo, pois sem ti jamais conseguiria sorrir!
Tudo o que sabemos do amor, é que o amor é tudo o que existe! Nunca lamentes uma ilusão perdida, pois não haveria fruto se a flor não caísse.
O mar falou-me da sua grandeza, dos impérios que o fomentam, das cidades que o habitam, das forças que o agitam. Eu falei-lhe de ti e ele sentiu-se pequeno!
Simplicidade é ter o céu e só querer uma estrela. Simplicidade é ter o mar e só querer uma gota. Simplicidade é ter o mundo e só te querer a ti.
Num deserto sem água, numa noite sem lua, numa terra nua, por maior que seja o desespero, nenhuma ausência é mais profunda que a tua!
Homem, se a palavra que lhe vais dizer não é mais bela do que o silêncio, não a digas.
Para lhe provar o seu amor, ele trepou às mais altas montanhas, mergulhou nos mares mais profundos e atravessou os desertos mais áridos. Apesar disso, ela foi-se embora: ele nunca estava em casa.
As mais lindas frases de amor são ditas no silêncio de um olhar.
Nunca faça florescer um sorriso dizendo amo-te, para mais tarde fazer rolar uma lágrima dizendo esquece-me!
Se dois lábios não se podem beijar, dois olhos beijam-se numa troca de olhar.
Para fugir dos espinhos deste mundo enganador, eu penso nos teus carinhos e sonho com o teu amor.
Nunca digas que esqueceste um amor diz apenas que consegues falar nele sem chorar, pois o amor é... inesquecível!
Se eu tivesse que escolher entre ti e um sorriso, ficaria contigo, pois sem ti jamais conseguiria sorrir!
Tudo o que sabemos do amor, é que o amor é tudo o que existe! Nunca lamentes uma ilusão perdida, pois não haveria fruto se a flor não caísse.
O mar falou-me da sua grandeza, dos impérios que o fomentam, das cidades que o habitam, das forças que o agitam. Eu falei-lhe de ti e ele sentiu-se pequeno!
Simplicidade é ter o céu e só querer uma estrela. Simplicidade é ter o mar e só querer uma gota. Simplicidade é ter o mundo e só te querer a ti.
Num deserto sem água, numa noite sem lua, numa terra nua, por maior que seja o desespero, nenhuma ausência é mais profunda que a tua!
Homem, se a palavra que lhe vais dizer não é mais bela do que o silêncio, não a digas.
Para lhe provar o seu amor, ele trepou às mais altas montanhas, mergulhou nos mares mais profundos e atravessou os desertos mais áridos. Apesar disso, ela foi-se embora: ele nunca estava em casa.
15.2.07
Quando o céu nos sorri!...
... nas asas de uma gaivota, vem-nos à memória, nesta altura do ano, o quanto este mundo seria lindo se houvesse Paz, Amor e Harmonia entre os Homens.
Deixemo-nos disso. Hoje apregoamos a Paz e amanhã andamos à guerra. Hoje apregoamos o Amor e amanhã olhamos a mão que se nos estende com desdém. Hoje apregoamos a Harmonia e amanhã andamos a "cozer" na casaca da vizinha.
Vivemos num mundo hipócrita. Deseja-se que o céu nos sorria mas não fazemos nada para que assim seja.
Mata-se, viola-se, escraviza-se. Maltratam-se as crianças que por sua vez, quando adultos, maltratam outras crianças. É a “Alegoria da Caverna” de Platão, fazemos o que nos fizeram. Nada mais vemos para além da caverna.
Hoje andamos com uma lágrima no olho, por causa dos doentinhos, por causa de quem nada tem e andamos nos Centros Comerciais a atafulhar de brinquedos para crianças que no dia seguinte as colocam de lado pois o que mais têm é fartura de brinquedos, de roupas para oferecer a pessoas que a maior parte, quando as recebem, recebem-na com um sorriso e com um agradecimento mas que nunca mais as vestem ou porque as acham pirosas ou porque não fazem o gosto delas.
E assim rola o mundo.
Deixa-te de ter pena hoje de quem precisa, sim tu que me estás a ler, pois amanhã essa pena já passou e vais passar 364 dias a pensar no teu umbigo.
... E que tal começar a fazer de Hoje o teu Natal de Sempre? Todos os dias, faz do teu sorriso o teu Céu, não esperes que sejam as gaivotas a fazê-lo por ti.
Deixemo-nos disso. Hoje apregoamos a Paz e amanhã andamos à guerra. Hoje apregoamos o Amor e amanhã olhamos a mão que se nos estende com desdém. Hoje apregoamos a Harmonia e amanhã andamos a "cozer" na casaca da vizinha.
Vivemos num mundo hipócrita. Deseja-se que o céu nos sorria mas não fazemos nada para que assim seja.
Mata-se, viola-se, escraviza-se. Maltratam-se as crianças que por sua vez, quando adultos, maltratam outras crianças. É a “Alegoria da Caverna” de Platão, fazemos o que nos fizeram. Nada mais vemos para além da caverna.
Hoje andamos com uma lágrima no olho, por causa dos doentinhos, por causa de quem nada tem e andamos nos Centros Comerciais a atafulhar de brinquedos para crianças que no dia seguinte as colocam de lado pois o que mais têm é fartura de brinquedos, de roupas para oferecer a pessoas que a maior parte, quando as recebem, recebem-na com um sorriso e com um agradecimento mas que nunca mais as vestem ou porque as acham pirosas ou porque não fazem o gosto delas.
E assim rola o mundo.
Deixa-te de ter pena hoje de quem precisa, sim tu que me estás a ler, pois amanhã essa pena já passou e vais passar 364 dias a pensar no teu umbigo.
... E que tal começar a fazer de Hoje o teu Natal de Sempre? Todos os dias, faz do teu sorriso o teu Céu, não esperes que sejam as gaivotas a fazê-lo por ti.
12.2.07
Não me Arrependo de Nada!
Há quem leve a vida a arrepender-se pelo que fez ou pelo que não fez durante o seu percurso existencial. Se o fez está feito, não se deve preocupar mais, se não o fez está feito na mesma por isso também não se deve preocupar, sendo assim...
Não te arrependas daquilo que não fizeste, ainda vais a tempo de o fazer!
9.2.07
Coimbra tem mais encanto!...
Depois de passar pelo Jardim Botânico criado em 1772 no âmbito do Museu de História Natural instituído pelo Marquês de Pombal na Universidade de Coimbra, desço as escadarias da velha Universidade onde a Cabra – o sino da torre da Universidade – marca o passo à passagem das horas. Pelo Jardim florido do Largo da Portagem vou até à ponte de S. Clara debruço-me sobre o Rio Mondego. Olho em direcção do açude para a zona do Choupal.
O rio, bonançoso, espraia-se pelas margens onde gaivotas vão debicando o que lhes aparece no leito lodoso. Do meu lado esquerdo o Portugal dos Pequenitos, a Quinta das Lágrimas onde, segundo reza a lenda, era aqui que Pedro e Inês se encontravam em segredo. Conta-se que a existência de um pequeno canal, junto à hoje denominada Fonte dos Amores, servia para transportar as cartas dos dois amantes, mais acima o Mosteiro de Santa Clara-A-Velha.
Do meu lado direito o bulício da cidade. Sigo pelo Parque do Vale das Flores passo o Estádio Cidade de Coimbra e vou até ao Penedo da Saudade. Miradouro da Cidade de Coimbra (de onde antes se via o Mondego e os arvoredos das suas quintas em redor hoje só se vêem prédios), eis o Parque dos Poetas.
No Retiro dos Poetas, placas com poemas gravados de alguns dos maiores vultos da literatura portuguesa dedicados aos amores e às saudades de quem parte após o curso acabado.
Olho demorado a cidade. Imagino como devem ter sido as noites coimbrãs, da boémia, dos namoros dos estudantes e das tricanas. De Hilário com a guitarra a cantar poemas de amor, de sonhos desfeitos, de doutores e engenheiros com canudo e não de uma qualquer UnI, dos fados e baladas de Coimbra tocadas e cantadas por Carlos Paredes, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Goes, Fernando Machado Soares, das Tunas Coimbrãs e penso que se algum dia tive outra vida passei por certo por ser um estudante de Coimbra. Se há fado ou balada que me toca ela é sem dúvida ao som dessas guitarras e vozes para sempre imortais.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida…
O rio, bonançoso, espraia-se pelas margens onde gaivotas vão debicando o que lhes aparece no leito lodoso. Do meu lado esquerdo o Portugal dos Pequenitos, a Quinta das Lágrimas onde, segundo reza a lenda, era aqui que Pedro e Inês se encontravam em segredo. Conta-se que a existência de um pequeno canal, junto à hoje denominada Fonte dos Amores, servia para transportar as cartas dos dois amantes, mais acima o Mosteiro de Santa Clara-A-Velha.
Do meu lado direito o bulício da cidade. Sigo pelo Parque do Vale das Flores passo o Estádio Cidade de Coimbra e vou até ao Penedo da Saudade. Miradouro da Cidade de Coimbra (de onde antes se via o Mondego e os arvoredos das suas quintas em redor hoje só se vêem prédios), eis o Parque dos Poetas.
No Retiro dos Poetas, placas com poemas gravados de alguns dos maiores vultos da literatura portuguesa dedicados aos amores e às saudades de quem parte após o curso acabado.
Olho demorado a cidade. Imagino como devem ter sido as noites coimbrãs, da boémia, dos namoros dos estudantes e das tricanas. De Hilário com a guitarra a cantar poemas de amor, de sonhos desfeitos, de doutores e engenheiros com canudo e não de uma qualquer UnI, dos fados e baladas de Coimbra tocadas e cantadas por Carlos Paredes, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Goes, Fernando Machado Soares, das Tunas Coimbrãs e penso que se algum dia tive outra vida passei por certo por ser um estudante de Coimbra. Se há fado ou balada que me toca ela é sem dúvida ao som dessas guitarras e vozes para sempre imortais.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida…
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