A internet é uma boa forma de passar o tempo mas não é a única forma de passar a vida

28.3.19

Vamos ao Teatro...

Peça 'Zoom' no Teatro da Trindade.

Sinopse:

"Zoom é uma peça sobre a relação de Sarah (Sandra Faleiro), uma fotojornalista recém-chegada da Guerra do Iraque, depois de ter sido ferida pela explosão de uma bomba, e do seu namorado James (João Reis), um repórter de guerra. James tenta que mudem o rumo das suas vidas, para que possam finalmente sonhar com uma “vida normal”, mas as cicatrizes emocionais com que ambos se debatem revelam um casal numa encruzilhada.

Em casa, recebem a visita do amigo Richard (Virgílio Castelo), editor de fotografia, que lhes apresenta a sua nova namorada, Mandy (Sara Matos), consideravelmente mais nova que ele, e que com a sua aparente ingenuidade e franqueza desconcertante, coloca questões sobre a ética e a moral que produzem em Sarah um efeito avassalador.... "

Com estes bons profissionais, a peça teve momentos que tirou dos espetadores boas gargalhadas e, sendo o tema baseado em momentos de guerra, em que há duas situações que se opõem mas que no fundo se complementam, as vítimas e quem fotografa esses horrores da guerra (os repórteres da guerra são muitas vezes vítimas desse levar a fotografia ou a escrita da violência a todos nós. Muitos prémios Puliterz tem quase sempre a guerra como tema principal para atribuição desse prémio), para quem gostar do tema é de ver.

Infelizmente a sala tem dois inconvenientes: qualquer pessoa um pouco mais alta que o Nelson Ned, tira a visibilidade da boca de cena a quem atrás está (e ontem a plateia estava muito bem composta), e o som. Quando há um falar mais baixo (principalmente nas atrizes) pouco se percebe e todos sabemos que quanto mais para 'sénior' se vai, mais duro é o ouvido.

A sala é um espetáculo, e estas são as únicas fotos que me foram permitidas tirar.

Se quiseres saber mais, vai ao Teatro.

22.3.19

Não ficará pedra sobre pedra…

E assim desapareceu o imóvel em ruínas ao cimo da Calçada de Carriche.

Que me lembre sempre o conheci degradado e a inclemência do tempo e do Homem, deram-lhe a ‘machadada’ final.

Fica esta minha fotografia a relembrar que, outrora, ali havia uma habitação onde, porventura, se ouviram risos de crianças, e o bulício próprio de um lar.

19.3.19

Hoje é dia do Pai

O meu já 'partiu' há muito tempo. Foi o pai possível numa 'ninhada' de seis filhos. Muitas vezes só lhes damos importância quando não os temos junto a nós. O pai é sempre o 'mau' da fita da vida.

Para nos criar, tivemos que 'nos' criar muito cedo ao trabalharmos ainda crianças. Não tivemos tempo em o sermos, mas aproveitamos bem o pouco tempo que o fomos.

Hoje pai e avô, fica-se sempre com a sensação que o que se faz, nunca é verdadeiramente reconhecido. Talvez o sejamos ou talvez só na hora da partida é que esse reconhecimento seja mais sentido, como acontece com a quase totalidade de todos nós... e dizemos, afinal o nosso pai era um bom pai, mesmo que nunca o tivesse sido.

O meu pai na Rua do Lobito, Luanda, num momento de lazer, na varanda da nossa casa.

Parabéns Pai pelo teu dia!

15.1.19

Sabes?

Quero uma brisa macia espalhando o perfume da natureza:
Quero um pensamento de paz na cabeça do mundo
Quero da vida apenas a minha vida:
Quero cultivar o amor e a paz dentro de mim
Quero acima de tudo:
Ser como sou


(adaptado)

12.12.18

Francis Goya

Seu primeiro single solo, Nostalgia, tornou-se um sucesso internacional, alcançando o primeiro lugar na Bélgica, Holanda, Alemanha, Noruega e Brasil.

Aqui um excelente vídeo, parabéns a quem o idealizou e fez a montagem.

Na calma da nossa tarde (já esteve de sol, agora vai dando tons ao outono), os sonhos tornam-se libélulas, dançando ao som de...

De ver e sonhar!